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Som de ferro

Artista Gráfico de Movimentos Analógicos, assim se denomina o singaporeano Afiq Omar. Numa série de três vídeos, juntou a captura de imagens que demonstram propriedades de ferromagnetismo e “sons de outro mundo”, como ele mesmo diz, com a ajuda de uma  5D Macro 100mm.

No segundo vídeo da série, Omar fez uso de produtos químicos com base de ferro, sabão, álcool e leite, focado nos efeitos visuais analógicos e sua interação com forças invisíveis.

Ferriene, a terceira e última etapa do experimento, manipula tais efeitos visuais usando técnicas simples de edição para criar gráficos de movimentos naturais e orgânicos. A paleta de cores é semelhante à de pele humana.

Música: Vetor por Riga

Música: Afogado por Riga

Música: Amp espaço por Riga

Imagens de uma vida

Para os amantes da arte a dica para os dias que se seguem é uma visita ao Museu Oscar Niemeyer para conferir a exposição de Amadeo Modigliani.

Amedeo Modigliani em Paris com cachecol vermelho

Amedeo Modigliani em Paris, 1906, com cachecol vermelho.

Famoso por seus retratos femininos com alusão, de certa forma, a máscaras africanas, o artista tournou-se célebre no meio por ter um estilo único. Numa segunda fase o pintor volta suas atenções à escultura, com influências de Cézanne, Toulouse-Lautrec e Picasso, com o traço africano ainda recorrente.

Modigliani nasceu em Livorno, Itália, em 1884, mas foi em Paris que viveu e passou seus últimos dias. Faleceu aos 35 anos de meningite tuberculosa.

Organizada pela Embaixada da Itália em Brasília e com apoio do Consulado Geral da Itália em Curitiba, a Exposição Imagens de uma vida permanece no MON até o dia 30 de setembro de 2012.

Não dá para perder.

Dobradinha de fim de semana

Com o fim de semana acabando, mas com feriadinho pela frente, O The Cook-Room Ideas fecha o domingo com dois vídeos agradáveis de se ver.

O primeiro com o inglês Benjamin Zandermaestro da Boston Philharmonic Orchestra, um grande músico e professor que fala sobre a paixão pela música clássica numa edição do Ted Talk de 2008, e ainda assim bastante atual. Benjamin, além de carregar um sotaque puramente inglês kinda Monty Python e um ótimo senso de humor, nos leva nesssa jornada da música com uma visão do ponto de vista do sentimento humano que precede cada nota.

Já o segundo vídeo vem engatilhado nesse clima musical que nos mostra a experiência fluida de tintas sobre tintas. E creio que muitos de nós tenham a vontade fazer o mesmo.

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